Na vida todo cuidado é pouco: a vigilância deve ser constante. Melhores amigos podem ser cruéis inimigos, por conveniência ou reação. Mas não há inimigo pior que seu próprio "eu". Quando você se torna seu próprio inimigo suas chances de sucesso desaparecem, nada mais dá certo. Porque você é um dos poucos que conhecem suas maiores fraquezas, e suas fortalezas. E isso, para o inimigo, é um prato cheio.
Portanto, vigiar é a ordem. Observar atentamente, ler nas entrelinhas. Não adianta escolher quem vai ou não ser amigo. Nos dias atuais a lealdade mudou de nome, virou interesse. Portanto, é preciso vigiar a si mesmo, para não cometer a loucura de trair-se. É preciso fé e força de vontade para não ser sugado rumo ao interesse material, para o agrado das forças exercidas pela sociedade deturpada que nos cerca.
Todo poder neste mundo é efêmero. Assim como todas as posses e paixões, bondades e traições. Tudo é muito passageiro, e passa muito rápido, ultimamente. No final há o encontro com a sua consciência, que é juiza, e justa. Frente a ela não basta argumentação, justificativa ou coisa do gênero. A consciência é juíza, julga, condena ou absolve. E não há nada que possamos fazer para interromper este processo.
A cada dia uma nova pincelada no Pequeno Quadro, uma nova cor, uma nova sombra. As formas variam, a intensidade impressiona, a suavidade reconforta. O Pequeno Quadro se encaixa no Grande, que por sua vez é o resultado contínuo da Pintura Eterna. Temos a chance de fazer um Pequeno Quadro bonito, que se encaixe com leveza no Grande. A pergunta é: é isso mesmo que estamos fazendo?
Portanto, vigiar é a ordem. Observar atentamente, ler nas entrelinhas. Não adianta escolher quem vai ou não ser amigo. Nos dias atuais a lealdade mudou de nome, virou interesse. Portanto, é preciso vigiar a si mesmo, para não cometer a loucura de trair-se. É preciso fé e força de vontade para não ser sugado rumo ao interesse material, para o agrado das forças exercidas pela sociedade deturpada que nos cerca.
Todo poder neste mundo é efêmero. Assim como todas as posses e paixões, bondades e traições. Tudo é muito passageiro, e passa muito rápido, ultimamente. No final há o encontro com a sua consciência, que é juiza, e justa. Frente a ela não basta argumentação, justificativa ou coisa do gênero. A consciência é juíza, julga, condena ou absolve. E não há nada que possamos fazer para interromper este processo.
A cada dia uma nova pincelada no Pequeno Quadro, uma nova cor, uma nova sombra. As formas variam, a intensidade impressiona, a suavidade reconforta. O Pequeno Quadro se encaixa no Grande, que por sua vez é o resultado contínuo da Pintura Eterna. Temos a chance de fazer um Pequeno Quadro bonito, que se encaixe com leveza no Grande. A pergunta é: é isso mesmo que estamos fazendo?
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