Saudade é uma merda. É a sensação que traduz algo que, de qualquer forma, você perdeu. Pode ter sido alguém, alguma coisa, algum tempo. Ficou, lá atrás, na linha de um tempo que anda em círculos que vão se fechando. E sempre aparece alguma coisa pra te lembrar que aquilo, aquele, aquela, ficou lá atrás. E é sempre algo, alguém, algum lugar parecido, quase igual. E isso te faz lembrar, te faz desejar que não passe mais, que não fique para trás com o restante de todas as outras coisas que já ficaram.
Isso dá uma raiva antecipada, fecha uma corda ao redor do pescoço. Parece que sabemos que vamos errar, que alguma coisa vai acontecer, vai dar merda em algum ponto. Ficamos com medo do medo que temos de largar mais bagagem no passado. Um passado que não queríamos que passasse, mas que fosse presente sempre e futuro, no futuro. Mas o medo está lá, sorrateiro, escondido, agachado no escuro só esperando a chance de pular rindo da sua cara. Se ferrou! Não falei? E pronto, mais motivo para saudade...
Isso dá uma raiva antecipada, fecha uma corda ao redor do pescoço. Parece que sabemos que vamos errar, que alguma coisa vai acontecer, vai dar merda em algum ponto. Ficamos com medo do medo que temos de largar mais bagagem no passado. Um passado que não queríamos que passasse, mas que fosse presente sempre e futuro, no futuro. Mas o medo está lá, sorrateiro, escondido, agachado no escuro só esperando a chance de pular rindo da sua cara. Se ferrou! Não falei? E pronto, mais motivo para saudade...
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