A história de todos nós é a história que se repete, de tempos em tempos, com seus tempos em espirais e círculos, ciclos, repetições e novidades. É o que contamos nas barulhentas rodas de bar, nas silenciosos momentos de intimidade, no trabalho, em casa, em todos os lugares. A história de todos nós é repleta de vitórias e fracassos, acertos e falhas, escolhas e fatalidades. É tudo o que somos, é tudo o que nos trai quando tentamos esconder algo, é tudo o que guardamos em fotos e fatos.
A história de todos nós é a coluna de sustentação da Grande História, que nos fascina com seus heroísmos e anonimatos, eternizando todos os nossos momentos. É a herança que recebemos e deixamos, para nós mesmos, para todos, para o Todo. A história de todos nós é morada de sonhos sonhados, realizados, interrompidos, esquecidos. É nela que jazem batalhas, conflitos, laços, amores. É o começo e o fim de muitas jornadas. É o parágrafo e o ponto final. E, para cada fim, é o recomeço.
Nossas histórias estão entrelaçadas, como amantes detalhistas e precisos, viciados no durante e receosos a respeito do clímax.
A história de todos nós é a coluna de sustentação da Grande História, que nos fascina com seus heroísmos e anonimatos, eternizando todos os nossos momentos. É a herança que recebemos e deixamos, para nós mesmos, para todos, para o Todo. A história de todos nós é morada de sonhos sonhados, realizados, interrompidos, esquecidos. É nela que jazem batalhas, conflitos, laços, amores. É o começo e o fim de muitas jornadas. É o parágrafo e o ponto final. E, para cada fim, é o recomeço.
Nossas histórias estão entrelaçadas, como amantes detalhistas e precisos, viciados no durante e receosos a respeito do clímax.
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